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São Paulo / Cotidiano

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) vai analisar o serviço prestado pelos aplicativos de transportes

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai analisar o serviço prestado pelos aplicativos de transportes de passageiros e de pequenas mercadorias começou nesta semana na Câmara Municipal de São Paulo.
A prefeitura foi ouvida e confirmou que ao menos uma empresa que atua há dois anos na capital não possui autorização.
Os sete vereadores que compõem a CPI decidiram que o primeiro dia dos trabalhos seria dedicado a ouvir o poder público para identificar quantos veículos e empresas estão atuando, se elas estão pagando impostos e cumprindo suas obrigações com o município.
Nesta segunda-feira, os parlamentares ouviram um representante do Conselho Municipal de Uso do Viário (CMUV), grupo da prefeitura responsável por supervisionar o uso do viário na exploração de atividade econômica privada, mas que se dedica às empresas de transporte de passageiros.
Felipe Pereira, secretário-executivo do comitê, foi questionado sobre a empresa russa inDriver, que, segundo os vereadores, atua na capital há dois anos. Ele informou que ela não está cadastrada.
O representante da prefeitura informou que “aproximadamente 15 empresas” estão credenciadas para operar na cidade de São Paulo, com 500 mil carros, sem contar as motocicletas, o que representa cerca de 6% da frota de 9 milhões de veículos que circulam no viário paulistano.
O presidente da CPI, Adilson Amadeu (DEM), solicitou que a prefeitura identifique a atuação da empresa e ofereça esclarecimentos em 10 dias sobre como a gestão municipal vai proceder sobre ela.
(📸: reprodução)